Considerada a joia mais antiga do mundo, as pérolas estão presentes em nossa cultura desde muito antes da invenção da escrita. Por conta disso, fica muito difícil saber quem foi a primeira pessoa a descobrir esta joia. No entanto, sabe-se que elas são usadas como adornos há muito tempo. 

Para se ter uma ideia, já foi encontrado um colar de pérolas no sarcófago de uma princesa persa datados de cerca de 2400 anos! Apelidado de “Colar de Susa”, a peça atualmente está exposta no Museu do Louvre, em Paris.

 

E não eram apenas os persas que celebravam a beleza das pérolas. É sabido, por exemplo, que era costume na realeza Chinesa dar pérolas de presente já em 2300 AC. Em Roma, essa joia possuía um status tão grande que o próprio Imperador Júlio César chegou a emitir uma lei que limitava o uso de jóias com pérolas apenas para as classes mais altas da sociedade.

As pérolas eram também de grande importância para a cultura Árabe. Acreditava-se que uma pérola nascia quando as ostras engoliam uma gota de orvalho antes de cair no mar. A região do Golfo Pérsico, inclusive, foi por muito tempo o polo mundial em produção dessa gema até o advento da cultivação de pérolas.

Como nascem as pérolas?

Ao contrário das gemas que são extraídas da terra, um organismo vivo produz uma pérola. Ela é formada quando um objeto, como um pequeno parasita ou até mesmo um mero grão de areia se aloja acidentalmente no corpo interno e macio de uma ostra.

 

O animal passa então a liberar uma substância cristalina, chamada nácar (também conhecido como Madrepérola), que se acumula ao redor do objeto desconhecido em camadas, até formar uma pérola.

Até o início do século 20, a única maneira de coletar pérolas era através de mergulhadores, que arriscaravam suas vidas em profundidades de até 30 metros para recuperar as ostras. Tratava-se de um trabalho arriscado e com poucas chances de sucesso. Isso porque, para se ter três ou quatro pérolas de qualidade, era preciso “pescar” até uma tonelada de ostras.

Moluscos de água doce que vivem em rios rasos e córregos eram mais fáceis de coletar, mas esses locais eram frequentemente reservados para a colheita pela realeza da região.

As pérolas que temos hoje em dia são produzidas em verdadeiras “fazendas”, utilizando o mesmo processo natural. A única exceção é que o objeto é implantado na ostra ao invés de entrar por acaso.

Hoje, as pérolas naturais estão entre as mais raras gemas do mundo, devido a grande dificuldade de encontrá-las. Atualmente, pérolas naturais são encontradas apenas nos mares do Reino de Bahrein e da Austrália. 

A falta de pérolas naturais é refletida nos preços que eles alcançam em leilões, com colares de pérolas antigas e brincos vendidos por quantias recordes.

Graças a cultivação moderna, as pérolas hoje possuem todo tipo de cor e formato. Do brilhoso e iridescente negro a pérolas barrocas com suas imperfeições, essa gema do mar tornou-se uma joia ainda mais prezada e utilizada por quem deseja acrescentar classe e beleza ao seu estilo!

As pérolas estão presentes na história da humanidade, é paixão mundial e também faz parte das joias que mais amamos dentro das coleções da Viviany Amorim. 

 

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Um beijo,
Viviany Amorim.